sexta-feira, 7 de março de 2008

Elle n'est pas malade...

Une medicin! Examinando a Pantera... Um alvoroço porque ganhou o prêmio...
Elle n'est pas malade... pas encore.

Essa médica salvou o Inspetor na festa, emprestando sua caneta Bic azul, com a qual ele deu alguns autógrafos... inclusive pra 3 holadesas, 2 americanos e 1 francesa.
Nem sei de onde aquele povo saiu...

Vous voulez danser, mademoiselle?

Com a Odalisca... C'est une belle femme, oui! Vous voulez danser, mademoiselle?

Mais uma da festa... Clique aqui, clique acolá...

domingo, 22 de julho de 2007

Por quê Jacques Clouseau?...

Estava eu na praia relaxando e me escondendo do sol, pra variar, pensando em que roupa eu usaria no aniversário à fantasia do amigo de um amigo meu... (pra você ver a proximidade da coisa). Meu amigo já tinha escolhido a fantasia dele (Harry Potter pós-batalha, sangrando e acabado). Mas eu ainda não. Eu sempre fico indeciso quando penso na fantasia que usarei numa festa do tipo, mas sei que quando a idéia aparece, eu a visto e a galera acaba curtindo... Foi assim com Edward Mãos de Tesoura e Super Lactobacilo Vivo.

A idéia de uma festa assim pode parecer boba, mas ao longo das festas que fui, percebi que algumas pessoas sentem algo diferente quando estão lá... Creio que parte disso é a brincadeira, o lance de "intepretar" alguém, enfim...

Como nenhuma idéia aparecia, comecei a pensar em inúmeros filmes e vendo o que cada título me sugeria... Iria de letra em letra... Começando por A... Vamo lá:

"Amadeus, Anaconda, A volta dos Mortos vivos, Amistad, Apocalypto, Amnésia, Apocalypse Now, Armageddon, A Fábrica de Chocolate, A Noiva Cadáver..." - desisti.

E aí o filme apareceu de repente: A Pantera Cor-de-Rosa (nem precisei ir pra letra "B").

Eu sempre curti o personagem do desenho, adorava o modo como ela (ele) sacaneava o inspetor que a perseguia, que nem o Papa Léguas fazia com o Coiote. Mas eu jamais me vestiria de Pantera Cor-de-Rosa, imagine como ficaria minha reputação depois disso, fora os inúmeros apelidos que o povo aplicaria em minha pessoa. (O "lá ele" é bem-vindo nessas horas). Pelo menos eu já sabia por onde começar: pela Pantera de pelúcia que ganhei numa promoção de uma loja de brinquedos há algumas semanas... comédia.

Na minha cabeça só vinha o cenário da Pantera, um suporte para ela... como se eu fosse a "base da Pantera" e formasse o "conjunto dela", algo assim, de modo que eu não fosse a Pantera, dá pra entender? Pensei na Pantera numa árvore de pirulitos, sendo o pirulito a representação da criança, da diversão (em festas de guris tem uns lances assim na mesa onde fica o bolo, tipos uns enfeites formados por doces, que nem coquetel de frutas... povo de idéias doidas...) Sei lá... Eu tava decidido a ir de "cenário da Pantera Cor-de-Rosa". Nem fazia idéia de como fazer uma árvore de pirulitos. Só sei que ia ficar engraçado; minha meta era essa. Não tinha tempo nenhum para produzir nada, só faltavam 4 dias para a festa e eu tava com pouca paciência também, cheio de coisas extras pra fazer...

Depois eu notei que a coisa podia ser muito simples: eu podia ir do Inspetor da Pantera Cor-de-Rosa! Eu iria fantasiado dele, com a Pantera de pelúcia do lado!

Eu sabia que o personagem era um francês... mas não lembrava o nome. Fiz uma pesquisa e descobri... "Jacques Clouseau"... (pronunciando "Clusô", disso eu sabia). Aluguei o último filme Pantera Cor-de-Rosa, com Steve Martin... Mas não quis parecer com o personagem do Steve, e sim com o inspetor branco do desenho (o cara que tinha cor de giz, parecia uma versão atarracada de Chaplin)... Queria algo assim, expressionista, vívido... A única coisa que precisei comprar foi o chapéu... porque o resto tava no guarda-roupa, inclusive o bigode e o blazer do meu pai que usei num curta-metragem clássico chamado "Amarelo Jaca", o qual me recuso a comentar...

Jacques Clouseau fez sucesso na festa do amigo do meu amigo... rendeu boas fotos com o povo que eu nem conhecia... Mas também porque eu interagia com a galera, eu brincava de ser o Jacques sem parar... tem um lance estranho com essa coisa de personagem, acho que os atores se sentem assim quando põem o figurino... você some e o personagem fica. É macabro mesmo... Se festa é pra curtir... vamo curtir.

Ainda tem muita coisa pra falar desse cara... foram inúmeras histórias em duas festas que ele apareceu (até então)... Vou contando aos poucos...