domingo, 23 de março de 2008
Fotos do Anipólitan 2008!
sexta-feira, 14 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Le Inspector Jacques Clouseau dans le grand Anipólitan!!!

Na foto, avec Francisco Sasuke, com o qual o Inspetor aprendeu o gesto acima (os dedos indicador e médio esticados, e os outros fechados).
O Inspetor teve que abandonar o aceno "classe A" com o chapéu... Mas só nesta foto.
sexta-feira, 7 de março de 2008
...and the Oscar goes to...
Madrugada... Eu, Inspetor Jacques Clouseau, estava encostado à parede, apreciando a festa, tomando Coca-Cola ao lado de uma mulher vestida de noiva e um homem das cavernas. Daí o vocalista da Banda Capitão Parafina e os Haoles diz que eles vão entregar os prêmios das melhores fantasias. Ele informa que o vencedor de Melhor Fantasia Masculina é "o cara que tá com a Pantera Cor-de-Rosa". Que ofensa! Il ne connaît pas moi! Não conhece o Clouseau?Senti um forte empurrão no meu ombro, vindo de trás (não sei de quem! Lembra que eu estava encostado à parede?), indicando que eu deveria ir ao palco. E fui abrindo caminho na multidão... A Pantera do lado... algumas pessoas puxavam sua cauda e seu pirulito... Ela reclamava em silêncio. Senti mais empurrões no ombro que diziam "Vai lá!". Por que o povo tem mania de empurrar?
Ouvi o vocalista da banda dizendo "Cadê o cara? Acho que ele foi levar a Pantera pra fazer xixi". De fato, há 5 minutos antes eu estava no banheiro. Mas ninguém sabia disto.Cheguei ao palco e subi. Tinha luz demais ali. Clouseau não gosta de luz. Clouseau age no escuro. Não gosta de popularidade. Eu disse algumas coisas com meu sotaque carregado, arranhando o "R". Algo como... "Merci pour le prix... Obrrigado...Parrabéns a la banda Parrafina pela festa... Merci...". As pessoas aplaudiram. Quis descer do palco, mas o vocalista da banda me puxou pelo braço "Peraí, toma seu prêmio!".
Me entregaram uma sacola laranja (CUJO CONTEÚDO VOCÊS JAMAIS SABERÃO) e tentei pular do palco de novo, quando fui novamente puxado por um rapaz com uma estrela preta pintada em volta do olho... "Peraí, olha a foto, olha a foto, ali, ali!!!".
O flash foi acionado, as pessoas aplaudiram, eu finalmente pulei do palco e me escondi nas sombras... Ouvi vozes como "Ganhou o quê? Dexô vê!". Clouseau escapou.
Um sorriso se fez sob os fartos bigodes, mas ninguém notou.
Elle est marriée.
Je vais a la mer chercher mon amour...
Elle n'est pas malade...
Elle n'est pas malade... pas encore.
Essa médica salvou o Inspetor na festa, emprestando sua caneta Bic azul, com a qual ele deu alguns autógrafos... inclusive pra 3 holadesas, 2 americanos e 1 francesa.Nem sei de onde aquele povo saiu...
domingo, 22 de julho de 2007
Por quê Jacques Clouseau?...
Estava eu na praia relaxando e me escondendo do sol, pra variar, pensando em que roupa eu usaria no aniversário à fantasia do amigo de um amigo meu... (pra você ver a proximidade da coisa). Meu amigo já tinha escolhido a fantasia dele (Harry Potter pós-batalha, sangrando e acabado). Mas eu ainda não. Eu sempre fico indeciso quando penso na fantasia que usarei numa festa do tipo, mas sei que quando a idéia aparece, eu a visto e a galera acaba curtindo... Foi assim com Edward Mãos de Tesoura e Super Lactobacilo Vivo. A idéia de uma festa assim pode parecer boba, mas ao longo das festas que fui, percebi que algumas pessoas sentem algo diferente quando estão lá... Creio que parte disso é a brincadeira, o lance de "intepretar" alguém, enfim...
Como nenhuma idéia aparecia, comecei a pensar em inúmeros filmes e vendo o que cada título me sugeria... Iria de letra em letra... Começando por A... Vamo lá:
"Amadeus, Anaconda, A volta dos Mortos vivos, Amistad, Apocalypto, Amnésia, Apocalypse Now, Armageddon, A Fábrica de Chocolate, A Noiva Cadáver..." - desisti.
E aí o filme apareceu de repente: A Pantera Cor-de-Rosa (nem precisei ir pra letra "B").
Eu sempre curti o personagem do desenho, adorava o modo como ela (ele) sacaneava o inspetor que a perseguia, que nem o Papa Léguas fazia com o Coiote. Mas eu jamais me vestiria
de Pantera Cor-de-Rosa, imagine como ficaria minha reputação depois disso, fora os inúmeros apelidos que o povo aplicaria em minha pessoa. (O "lá ele" é bem-vindo nessas horas). Pelo menos eu já sabia por onde começar: pela Pantera de pelúcia que ganhei numa promoção de uma loja de brinquedos há algumas semanas... comédia.
Na minha cabeça só vinha o cenário da Pantera, um suporte para ela... como se eu fosse a "base da Pantera" e formasse o "conjunto dela", algo assim, de modo que eu não fosse a Pantera, dá pra entender? Pensei na Pantera numa árvore de pirulitos, sendo o pirulito a representação da criança, da diversão (em festas de guris tem uns lances assim na mesa onde fica o bolo, tipos uns enfeites formados por doces, que nem coquetel de frutas... povo de idéias doidas...) Sei lá... Eu tava decidido a ir de "cenário da Pantera Cor-de-Rosa". Nem fazia idéia de como fazer uma árvore de pirulitos. Só sei que ia ficar engraçado; minha meta era essa. Não tinha tempo nenhum para produzir nada, só faltavam 4 dias para a festa e eu tava com pouca paciência também, cheio de coisas extras pra fazer...
Depois eu notei que a coisa podia ser muito simples: eu podia ir do Inspetor da Pantera Cor-de-Rosa! Eu iria fantasiado dele, com a Pantera de pelúcia do lado!
Eu sabia que o personagem era um francês... mas não lembrava o nome. Fiz uma pesquisa e descobri... "Jacques Clouseau"... (pronunciando "Clusô", disso eu sabia). Aluguei o último filme Pantera Cor-de-Rosa, com Steve Martin... Mas não quis parecer com o personagem do Steve, e sim com o inspetor branco do desenho (o cara que tinha cor de giz, parecia uma versão atarracada de Chaplin)... Queria algo assim, expressionista, vívido... A única coisa que precisei comprar foi o chapéu... porque o resto tava no guarda-roupa, inclusive o bigode e o blazer do meu pai que usei num curta-metragem clássico chamado "Amarelo Jaca", o qual me recuso a comentar...
Jacques Clouseau fez sucesso na festa do amigo do meu amigo... rendeu boas fotos com o povo que eu nem conhecia... Mas também porque eu interagia com a galera, eu brincava de ser o Jacques sem parar... tem um lance estranho com essa coisa de personagem, acho que os atores se sentem assim quando põem o figurino... você some e o personagem fica. É macabro mesmo... Se festa é pra curtir... vamo curtir.
Ainda tem muita coisa pra falar desse cara... foram inúmeras histórias em duas festas que ele apareceu (até então)... Vou contando aos poucos...





